{"id":1457,"date":"2019-01-07T19:45:09","date_gmt":"2019-01-07T21:45:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.mixbrasil.org.br\/26\/?p=1457"},"modified":"2019-01-07T19:45:09","modified_gmt":"2019-01-07T21:45:09","slug":"mix-literature","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/old.mixbrasil.org.br\/26\/mix-literature\/","title":{"rendered":"MIX LITERATURE"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><b>De 17 a 24 de novembro na Sala de Debates (CCSP)<\/b><\/span> \u00a0 <b>17\/11, \u00e0s 16:00, 90\u2019 \u2013 Estante Virtual e Coletivo Reinaldo Arenas convidam para a roda de conversa: literatura queer e a tradi\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria ocidental<\/b> <span style=\"font-weight: 400;\">Iniciamos a semana com uma roda de conversa aberta a todos, com o objetivo de discutir a rela\u00e7\u00e3o entre a literatura produzida por escritores LGBTs e a tradi\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria ocidental. Focaremos em autores que fazem parte do c\u00e2none e como lidam com os aspectos est\u00e9ticos e a representa\u00e7\u00e3o de pessoas LGBTs ao longo da hist\u00f3ria. Al\u00e9m disso, destacaremos autores LGBTs que fazem parte do c\u00e2none, buscando identificar por quais maneiras elas\/eles conseguiram se destacar e fazer parte da tradi\u00e7\u00e3o. <\/span> <b>Coletivo de Literatura LGBT Reinaldo Arenas<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> surgiu em 2016 de uma iniciativa de alunos da faculdade de Letras da USP, unidos pela necessidade de se conhecer e debater obras escritas por pessoas LGBT+. Desde ent\u00e3o, promove eventos que ajudem no conhecimento e na divulga\u00e7\u00e3o desta literatura.<\/span> \u00a0 <b>17\/11, \u00e0s 18:00, 120\u2019 \u2013 Encontro com Jo\u00e3o Silv\u00e9rio Trevisan<\/b> <span style=\"font-weight: 400;\">A presen\u00e7a de Jo\u00e3o Silv\u00e9rio Trevisan n\u00e3o poderia deixar de estar na abertura desta primeira edi\u00e7\u00e3o do Mix Literatura. Romancista de peso, premiado e traduzido em diversos idiomas, a obra de Trevisan reflete um gosto cl\u00e1ssico na abordagem de temas libert\u00e1rios e pol\u00eamicos. Durante roda de conversa com jovens artistas LGBT de diversas \u00e1reas, Alexandre Rabelo, Leonardo Dalla Valle, Cristina Judar e Henrique Rodrigues Marques, Trevisan nos contar\u00e1 sua experi\u00eancia e ainda far\u00e1 uma sess\u00e3o de aut\u00f3grafos de seus livros \u201cPai,Pai\u201d e \u201cDevassos no Para\u00edso\u201d.<\/span> <b>Jo\u00e3o Silv\u00e9rio Trevisan <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">\u00e9 escritor, ensa\u00edsta e cineasta. Seu projeto atual, a trilogia da dor, rev\u00ea sua longa experi\u00eancia de forma confessional, como j\u00e1 vemos no primeiro romance recentemente lan\u00e7ado \u201cPai,Pai\u201d. Trevisan escreveu entre outras obras importantes \u201cAna em Veneza\u201d, \u201cVagas not\u00edcias de Melinha Marchiotti\u201d, \u201cEm nome do desejo\u201d, al\u00e9m de ser autor do cl\u00e1ssico ensaio \u201cDevassos no Para\u00edso\u201d, um marco sobre a hist\u00f3ria da homossexualidade no Brasil. Conhecido tamb\u00e9m por sua milit\u00e2ncia, Jo\u00e3o foi um dos fundadores hist\u00f3ricos do Grupo Somos e do jornal \u201cO Lampi\u00e3o da Esquina\u201d, durante a ditadura.<\/span> <b>Alexandre Rabelo<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 autor dos romances \u201cItiner\u00e1rios para o fim do mundo\u201d (Patu\u00e1, 2018) e \u201cNicotina Zero\u201d (Hoo, 2015), este \u00faltimo vencedor do 5\u00ba Pr\u00eamio Papomix da Diversidade. Tamb\u00e9m foi dramaturgista do espet\u00e1culo perform\u00e1tico \u201cAnatomia do Fauno\u201d, pr\u00eamio Suzy Cap\u00f3 no 24\u00ba Festival Mix Brasil. Formado em Letras e Hist\u00f3ria pela USP, tem atuado como coordenador de cursos e eventos liter\u00e1rios em casas como SESC, MIS e Casa Guilherme de Almeida, al\u00e9m de colaborar em revistas. \u00c9 o idealizador do Mix Literatura.<\/span> <b>Mike Sullivan<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 psic\u00f3logo e escritor. Publicou os seguintes livros: Corpo sepulcro (2015), O inferno \u00e9 logo ali (2017) e Ningu\u00e9m me ensinou a morrer (2018). O romance Corpo sepulcro recebeu Men\u00e7\u00e3o Honrosa no concurso nacional de literatura \u201cPr\u00eamio Cidade de Belo Horizonte&#8221; em 2014.<\/span> <b>Leonardo Dalla Valle <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">\u00e9 jornalista e mestre em Comunica\u00e7\u00e3o Midi\u00e1tica pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). Em 2012, foi um dos vencedores do Pr\u00eamio Vladimir Herzog de Jornalismo e Direitos Humanos. Tamb\u00e9m \u00e9 ator e dramaturgo, com passagem pelo N\u00facleo de experimenta\u00e7\u00f5es da Cia Os Satyros; N\u00facleo de Artes C\u00eanicas (NAC), coordenado por Lee Taylor; e pela Cia V\u00e9u do Vento. Nesta \u00faltima, escreveu e atuou na pe\u00e7a Outra Noite (2018), inspirada no universo do escritor Caio Fernando Abreu.<\/span> <b>Henrique Rodrigues <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">\u00e9 bacharelado em Imagem e Som pela Universidade Federal de S\u00e3o Carlos e mestrando em Multimeios pela Universidade Estadual de Campinas. Desenvolve pesquisas na \u00e1rea de cinema queer, com foco em temas relacionados ao cinema de g\u00eanero e cinema contempor\u00e2neo. Atua tamb\u00e9m na curadoria e produ\u00e7\u00e3o de festivais.<\/span> <strong>Cristina Judar: <\/strong>Finalista do Pr\u00eamio Jabuti e ganhadora do Pr\u00eamio\u00a0 S\u00e3o Paulo de Literatura, em 2018, pelo romance Oito do Sete. <b>18\/11, \u00e0s 16:00, 90\u2019 \u2013 \u00a0TRANSarau<\/b> <span style=\"font-weight: 400;\">O importante TRANSarau, em parceria com o Festival Mix Brasil, abrir\u00e1 uma s\u00e9rie de tr\u00eas saraus que ocupar\u00e3o o Centro Cultural S\u00e3o Paulo, com vistas a dar o m\u00e1ximo de visibilidade poss\u00edvel a tantos poetas e artistas de slam que est\u00e3o na base de uma efetiva forma de empoderamento atrav\u00e9s da palavra.<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">O<\/span><b> Coletivo Transforma\u00e7\u00e3o<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> entende a express\u00e3o cultural como elemento insepar\u00e1vel de um projeto de educa\u00e7\u00e3o popular e fundamental \u00e0 real emancipa\u00e7\u00e3o das pessoas T. Assim, desde dezembro de 2015, realiza o TRANSarau, que j\u00e1 alcan\u00e7ou 18 edi\u00e7\u00f5es itinerantes e em cada uma reuniu entre 150 e 450 pessoas. Abriu espa\u00e7o importante na cena cultural paulistana para a manifesta\u00e7\u00e3o art\u00edstica da popula\u00e7\u00e3o LGB e, principalmente, T.<\/span> <b>20\/11 \u00e0s 17:00, 90\u2019 \u2013 Debate: Narrativas Trans-Versais<\/b> <span style=\"font-weight: 400;\">Neste dia totalmente dedicado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria trans, contaremos com uma mesa de debate com nomes expressivos, articulando uma discuss\u00e3o p\u00fablica sobre os caminhos da representatividade trans na literatura.<\/span> <b>Amara Moira<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 travesti, bissexual, feminista, doutora em cr\u00edtica liter\u00e1ria pela Unicamp (com tese sobre o &#8220;Ulysses&#8221; de James Joyce) e autora do livro autobiogr\u00e1fico &#8220;E se eu fosse puta&#8221; (hoo editora, 2016) e coautora do &#8220;Vidas Trans&#8221; (Astral Cultural, 2017). Al\u00e9m disso, ela \u00e9 colunista da M\u00eddia Ninja e professora de literatura no cursinho pr\u00e9-vestibular Descomplica.<\/span> <b>Nan\u00e1 DeLuca<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> escreve literatura, \u00e9 educador popular e mestre em Letras pela USP. Em 2017, publicou o romance &#8220;O Sexo dos Tubar\u00f5es&#8221;, pela editora Patu\u00e1.<\/span> <strong>Sharon Cardoso<\/strong>:\u00a0 Mulher trans, solteira, estudante de hist\u00f3ria na faculdade Fael, escritora e desenhista digital. \u00c9 interessada na cria\u00e7\u00e3o de um nicho de escritores (as) trans que almejam escrever contos e fic\u00e7\u00e3o. Atualmente trabalha em seu primeiro gibi, \u201cUma com\u00e9dia chamada Dina Dee\u201d. Faz freelances na produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado para marketing digital, anima\u00e7\u00f5es, roteiriza\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos e ilustra\u00e7\u00e3o. <b>20\/11 \u00e0s 17:00, 90\u2019 \u2013 Estante Virtual convida para o workshop \u201cNarrativas sobre encontros em tempos de redes sociais\u201d<\/b> <span style=\"font-weight: 400;\">A partir de sua viv\u00eancia com oficinas de cria\u00e7\u00e3o de textos, Alexandre Rabelo, escritor e idealizador do Mix Literatura prop\u00f5e esta oficina breve que procura um olhar sobre os encontros em tempos de redes sociais e apps. Cada participante ser\u00e1 convidado a criar uma pequena narrativa escrita representando a fluidez das rela\u00e7\u00f5es no mundo digital. Inscri\u00e7\u00f5es no local uma hora antes do evento. <\/span> \u00a0 <b>20\/11 \u00e0s 18:30 &#8211; Performance \u201cO Livro de Cabeceira\u201d, com Andr\u00e9 Medeiros Martins<\/b> <span style=\"font-weight: 400;\">Criando uma ambi\u00eancia que atravessa a experi\u00eancia discursiva do debate, Andr\u00e9 prop\u00f5e uma edi\u00e7\u00e3o de livro sensorial, pintado em corpos humanos.<\/span> <b>Andr\u00e9 Medeiros Martins<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 ator e performer. Autor do livro &#8220;Flex\u00f5es &#8211; um estudo sobre sexualidade plural&#8221;, idealizador do Coletivo Ele Quer um Nome. Desenvolveu mais de 500 ensaios (www.andremedeirosmartins.com) perform\u00e1ticos e estreia no audiovisual com o longa &#8220;Alfredo n\u00e3o gosta de Despedidas&#8221; e &#8220;Penis Poetry&#8221; codirigido por Ant\u00f3nio da Silva.<\/span> \u00a0 <b>20\/11 \u00e0s 19:00, 90\u2019 \u2013 Debate: editores falam sobre as tend\u00eancias da literatura queer no mercado<\/b> <span style=\"font-weight: 400;\">Nesta mesa, editores de diversas casas falam sobre os desafios em publicar autores LGBTs e sobre as representa\u00e7\u00f5es mais recorrentes desta comunidade na literatura, al\u00e9m de outras mais inusitadas, apontando para novos caminhos.<\/span> <b>Manuela Neves<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 editora respons\u00e1vel pela Vira Letra, voltada para a publica\u00e7\u00e3o de literatura com tem\u00e1tica l\u00e9sbica, e trabalha tamb\u00e9m como editora freelancer para autores independentes. Pela Vira Letra, j\u00e1 publicou 19 livros com tem\u00e1tica l\u00e9sbica, al\u00e9m de diversos outros publicados por selos e autores independentes.<\/span> <b>Jos\u00e9 Carlos Hon\u00f3rio<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> nasceu em S\u00e3o Paulo e \u00e9 escritor de 7 livros publicados, al\u00e9m de editor, curador de arte e psicanalista. Sua rela\u00e7\u00e3o com livros \u00e9 muito estreita e seu querer entender-se e entender o outro o levaram para a forma\u00e7\u00e3o em psican\u00e1lise, que ao seu ver est\u00e1 intimamente ligada \u00e0 arte. Trabalha h\u00e1 d\u00e9cadas na Livraria Cultura, \u00e9 editor da Humana Letra e da hist\u00f3rica Transviatta, primeira editora gay do Brasil.<\/span> <b>Eduardo Lacerda<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 poeta, editor e produtor cultural. Editor da Editora Patu\u00e1, editora independente que j\u00e1 lan\u00e7ou 750 t\u00edtulos em 8 anos. Foi produtor cultural da Casa das Rosas &#8211; Espa\u00e7o Haroldo de Campos de Poesia e Literatura e do Programa S\u00e3o Paulo um Estado de Leitores.<\/span> <b>Juliana Albuquerque<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> ou pepinaxuliene nas redes, \u00e9 formada em Letras e em Jornalismo e editora desde 2009. Come\u00e7ou a carreira em 2006, como revisora, no incr\u00edvel mundo dos livros did\u00e1ticos, fundou a Hoo editora em 2015, onde foi publisher at\u00e9 2017, e hoje \u00e9 editora freelancer nesse mund\u00e3o sem porteiras<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span> \u00a0 <b>21\/11 \u00e0s 17:00, 90\u2019 \u2013 Sarau delas, para todxs<\/b> <span style=\"font-weight: 400;\">Um sarau com vozes femininas marcantes da poesia contempor\u00e2nea, numa mostra das tem\u00e1ticas que buscam intersec\u00e7\u00f5es com quest\u00f5es para al\u00e9m dos g\u00eaneros, voltadas a todxs.<\/span> <b>Poeta Formiga<\/b> <b>L\u00eddia Codo<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 poeta desde que eu se conhece por gente seus livros lan\u00e7ados s\u00e3o Veross\u00edmil, em 2016, e Carente, em 2017. Nesse ano lan\u00e7ou o projeto KasatoMaru, cart\u00f5es postais com poemas Haicai sobre S\u00e3o Paulo. Tamb\u00e9m \u00e9 produtora de m\u00fasica eletr\u00f4nica e trabalha principalmente com m\u00fasica experimental.<\/span> <b>Gabriela Farrabr\u00e1s<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 poeta, militante e metrovi\u00e1ria. Sua poesia aborda o seu ser social de mulher negra trabalhadora bissexual em poemas er\u00f3ticos ou militantes, mas sempre poemas pol\u00edticos, assim como seu corpo \u00e9 um corpo pol\u00edtico e toda sua luta. Sua primeira publica\u00e7\u00e3o foi seu zine \u201cGeni e Am\u00e9lia nunca transaram\u201d \u00a0lan\u00e7ado de maneira t\u00edmida, como quem ainda n\u00e3o sabe o espa\u00e7o que deve ocupar, e agora ensaia seu segundo zine.<\/span> <b>Lia Macruz<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, natural de Assis\/SP, publicou seu primeiro livro \u201cAndr\u00f4meda sob os P\u00e9s\u201d pela Editora Primata. Participou da antologia Mapa Cultural Paulista 2015 e da Antologia Primata. \u00c9 mulher l\u00e9sbica, terapeuta energ\u00e9tica e aprendiz de educadora. Estuda diversos tipos de linguagens sens\u00edveis como complemento de seu trabalho.<\/span> <b>Aline Anaya, <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">educadora de literatura, poeta, slammer e integrante do sarau Versos em Versos. \u00c9 batuqueira e escrevente das inquieta\u00e7\u00f5es pretas e faveladas.<\/span> <b>Dandara Kunt\u00ea<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> desenvolveu sua trajet\u00f3ria art\u00edstica atrav\u00e9s de diversas linguagens: artes do corpo, audiovisual, escrita e produ\u00e7\u00e3o cultural. Atualmente \u00e9 integrante do coletivo Fala Guerreira, N\u00facleo de Mulheres Negras e \u00e9 Interprete da cia. de dan\u00e7a Zona Agbara.<\/span> <b>Juliana Ferreira<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 professora de ingl\u00eas numa escola p\u00fablica na periferia de Santana de Parna\u00edba, colunista do site de arte e cultura Oitava Arte, canceriana com ascendente em peixes e sapat\u00e3o.<\/span> <b>Vic Sales<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> nasceu em 1992 em S\u00e3o Paulo, mas cresceu no interior do estado, hoje reside na capital. Formada em Biblioteconomia pela Universidade Estadual J\u00falio de Mesquita Filho (UNESP). Como arte-educadora j\u00e1 atuou no CCJ &#8211; Centro Cultural da Juventude e F\u00e1brica da Cultura Brasil\u00e2ndia entre outras institui\u00e7\u00f5es na cidade de S\u00e3o Paulo. Como poeta e slammer, ministra oficinas de slam e poesia, compete em batalhas de slams, lan\u00e7ou no ano de 2017 o livro \u201c Um Jazz pra Duas\u201d e o zine\u00a0Das \u00c1guas.<\/span> \u00a0 <b>Mariana Varela<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 poeta, escritora e soci\u00f3loga. Lan\u00e7ou seu livro de poemas &#8211; Tempestade Musicada &#8211; em abril desse ano: ele consiste em uma copila\u00e7\u00e3o de poemas ritmados que versam sobre a revolta, a melancolia e o caos da experi\u00eancia feminina no mundo contempor\u00e2neo.<\/span> \u00a0 <b>Laila Oliveira<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 paulistana de 30 anos. Formada em Jornalismo cursa o 3\u00b0ano de Pedagogia e atua como educadora. Fazedora de poemas na m\u00e1quina de escrever criou o projeto minud\u00eancias; que resultou no seu primeiro livro artesanal. Contribuiu com poemas na quarta publica\u00e7\u00e3o &#8220;Samba em Primeira Pessoa&#8221; da Cole\u00e7\u00e3o Sambas Escritos (2018). Seu novo livro &#8220;Deve Haver Haveres Para Que A Gente Siga Existindo&#8221; tem lan\u00e7amento previsto para janeiro de 2019 pela Pad\u00ea Editorial.<\/span> \u00a0 <b>Mary Prieto<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 comunicadora e consultora vibracional. \u00c9 autora de \u201cEss\u00eancia\u201d e \u201cDicion\u00e1rio Cardiopo\u00e9tico \u2013 notas sobre o pulsar dos dias\u201d (Patu\u00e1) Participou em seis colet\u00e2neas independentes at\u00e9 agora. <\/span> <b>Cec\u00edlia Floresta<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, escritora &amp; sapat\u00e3o, nasceu na capital paulista numa dessas manh\u00e3s de dezembro, fazia sol e o ano era 1988. ganha a vida editando livros, escreve torto uns poemas sem m\u00e9trica &amp;amp; na prosa desconversa. cultiva uma por\u00e7\u00e3o de biblioteca, dois gatos que levam t\u00edtulos de romances &amp;amp; plantas \u2013 ou o contr\u00e1rio. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">poemas crus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, seu primeiro livro, foi publicado pela editora Patu\u00e1 em 2016.<\/span> <b>B\u00e1rbara Esmenia<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 poeta, publicou os livros {Penetra-Fresta} (2016) e Tribadismo : mas n\u00e3o s\u00f3 &#8211; 13 poemas a la fancha + 17 gritos de abya yala (2018), pela pad\u00ea editorial, editora artesanal que tem como foco publica\u00e7\u00f5es de mulheres negras e lbt&#8217;s, criada pelas poetas Tatiana Nascimento (DF) e B\u00e1rbara. Atua como curinga de teatro das oprimidas, integrando a Rede Magdalenas Internacional &#8211; rede mundial formada por mulheres que praticam TO.<\/span> <b>Nina Barreto<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 compositora, poeta e livre pesquisadora acerca da rela\u00e7\u00e3o entre imagem e mem\u00f3ria, da di\u00e1spora negra e dos feminismos. Faz parte do coletivo Fissura. Nasceu em 1990 no Distrito Federal, onde viveu at\u00e9 2017 quando se mudou para S\u00e3o Paulo, onde publicou o livro P\u00e9rola marrom, pela pad\u00ea editorial. Estuda medicinas tradicionais e \u00e9 convergente de quilombagens LGTBI+.<\/span> \u00a0 <b>21\/11 \u00e0s 18:30, 90\u2019 \u2013 Debate: da prosa ao slam po\u00e9tico, as transforma\u00e7\u00f5es causadas pelas vozes l\u00e9sbicas e bissexuais na literatura brasileira contempor\u00e2nea<\/b> <span style=\"font-weight: 400;\">Este dia ser\u00e1 dedicado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria l\u00e9sbica e bissexual feminina e suas rela\u00e7\u00f5es com temas e est\u00e9ticas que fogem do esperado para a dita literatura de nicho, al\u00e9m de uma reflex\u00e3o sobre novas representa\u00e7\u00f5es da mulher na literatura, as revolu\u00e7\u00f5es na linguagem e novos caminhos de express\u00e3o.<\/span> <b>Cristina Judar <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">\u00e9 escritora e jornalista, p\u00f3s-graduada em Jornalismo Cultural pela FAAP. \u00c9 autora das HQs Lina (Editora Esta\u00e7\u00e3o Liberdade) e Vermelho, Vivo (Devir), ganhadoras do ProAc de HQ em 2009 e 2011. Seu livro de contos Roteiros para uma vida curta (Editora Reformat\u00f3rio) foi finalista e Men\u00e7\u00e3o Honrosa no Pr\u00eamio SESC de Literatura 2014. \u00c9 coautora do livro-arte Luminesc\u00eancias e, em 2015, escreveu o Questions For a Live Writing, projeto de prosa po\u00e9tica desenvolvido na Queen Mary University of London. \u00c9 uma das editoras da revista de arte e cultura LGBT Reversa Magazine. Seu romance Oito do Sete (Editora Reformat\u00f3rio), foi contemplado pelo ProAC de Prosa 2014 e \u00e9 finalista do Pr\u00eamio S\u00e3o Paulo de Literatura 2018 e do Pr\u00eamio Jabuti 2018.<\/span> <b>Camila Passatuto<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (1988) nasceu em S\u00e3o Paulo. Autora dos livros de prosa po\u00e9tica &#8220;TW: Para ler com a cabe\u00e7a entre o poste e a cal\u00e7ada\u201d (Penalux, 2017) e &#8220;Nequice: Lapso na Fun\u00e7\u00e3o Supressora&#8221; (Penalux, 2018). Escreve desde os 11 anos, e desde 2007 participa de diversas antologias e revistas liter\u00e1rias com seus poemas e textos. <\/span> <b>Tatiany Leite<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 jornalista de formac\u0327a\u0303o e uma apaixonada por internet e literatura. Ja\u0301 tendo apresentado colunas em diversos projetos (Cabine Litera\u0301ria; Torrada Torrada; Saraiva Conteu\u0301do; Radioactive Unicorns (Capricho) e ReVisa\u0303o), hoje faz parte dos canais Va\u0301 Ler um Livro e Blablalogia. Tamb\u00e9m ja\u0301 trabalhou em lugares como MTV Brasil e YouTube Space SP e, al\u00e9m disso, teve seus textos publicados na Revista TPM, Trip, Revista Capricho, Revista da Cultura e muitos outros ve\u00edculos.<\/span> <b>Poeta Formiga<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, poeta y eskritora, kapoeira de vulgo\u00a0 Formiga pele parda 28 anos contrariando as estat\u00edstikas nascida e kriada no extremo Sul da zona Sul de S\u00e3o\u00a0 Paulo. Publikou o fanzine Avers\u00e3o Poetika de 2012 a 2015, o livreto Eu-l\u00e9sbika em 2014, o fanzine Seis Sentidos em 2016, em 2018 lan\u00e7ou o recente kuadrinho chamado Lesbo \u00d3dio\u00a0 #1 y Lesbo \u00d3dio #2, trampo pela sua distro Edi\u00e7\u00f5es Formigueiro e o livro de poesias pela Pad\u00ea Editorial chamado Afro Latina.<\/span> \u00a0 <b>22\/11 \u00e0s 18:30, 90\u2019 \u2013 Palestra: Os 90 anos de Orlando, um romance sem g\u00eaneros<\/b> <span style=\"font-weight: 400;\">Este romance seminal de Virginia Woolf abre um enorme campo para muitas discuss\u00f5es sobre g\u00eanero e sexualidade. Para falar sobre este grande cl\u00e1ssico, contaremos com a presen\u00e7a de Lindberg Campos, pesquisador e doutorando da USP, especializado na obra da autora brit\u00e2nica. Sem as amarras do academicismo, o pesquisador nos abre este debate importante sobre os aspectos queer na obra de Woolf.<\/span> <b>Lindberg Campos<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> fez sua gradua\u00e7\u00e3o em Letras na Universidade de S\u00e3o Paulo e realizou est\u00e1gios de pesquisa no King\u2019s College London e na Duke University nos Estados Unidos \u2013 neste \u00faltimo contou com a supervis\u00e3o de Fredric Jameson. Publica sua produ\u00e7\u00e3o em artigos e cap\u00edtulos de livro e ministra cursos e palestras, al\u00e9m de ter apresentado v\u00e1rios trabalhos em eventos acad\u00eamicos no Brasil e no exterior. Atualmente faz doutorado no Departamento de Letras Modernas da Universidade de S\u00e3o Paulo e escreve uma tese sobre Virginia Woolf, Bertolt Brecht e as pol\u00edticas do modernismo europeu nos anos 1930.<\/span> \u00a0 <b>23\/11 \u00e0s 15:00 \u2013 Jo\u00e3o Silv\u00e9rio Trevisan e Italo Moriconi relembram Roberto Piva, no Museu da Diversidade <\/b> <span style=\"font-weight: 400;\">Este encontro pretende resgatar a mem\u00f3ria e trabalho vivo de Roberto Piva, um de nossos poetas mais transgressores. O Museu da Diversidade abrir\u00e1 seu espa\u00e7o no metr\u00f4 Rep\u00fablica para este encontro raro, \u00edntimo e descontra\u00eddo entre estes dois grandes nomes de nosso meio liter\u00e1rio, Trevisan e Moriconi.<\/span> \u00a0 <b>23\/11 \u00e0s 18:30, 90\u2019 \u2013 Debate: autores gays para al\u00e9m das tem\u00e1ticas de nicho<\/b> <span style=\"font-weight: 400;\">Este dia ser\u00e1 dedicado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria gay e suas rela\u00e7\u00f5es com temas e est\u00e9ticas que fogem do esperado para a dita literatura de nicho. Com media\u00e7\u00e3o do escritor Alexandre Rabelo.<\/span> <b>Hugo Guimar\u00e3es<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 paulista, nasceu em 1985. \u00c9 poeta, contista, romancista e cronista. Publicou o livro de poemas \u201cPoesia gay underground: hist\u00f3ria e gl\u00f3ria\u201d (Ed. Annablume, 2008), o livro de contos \u201cO Estranho mundo de Hugo Guimar\u00e3es\u201d (Ed. Edith, 2013) e o romance \u201cO Tiro de um milh\u00e3o de anos\u201d (Ed. Pasavento, 2015), vencedor do proAC em 2014. O romance in\u00e9dito \u201cIgor na Chuva\u201d ganhou men\u00e7\u00e3o honrosa no pr\u00eamio Programa Nascente da USP em 2017.<\/span> <b>Tobias Carvalho<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> nasceu em Porto Alegre em 1995 e \u00e9 formado em Rela\u00e7\u00f5es Internacionais pela UFRGS. Seu livro de estreia, As Coisas (Editora Record, 2018), foi vencedor do Pr\u00eamio Sesc de Literatura de 2018 na categoria de contos, e aborda as rela\u00e7\u00f5es homossexuais na contemporaneidade.<\/span> <b>Danilo Leonardi<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 escritor, paulista, nascido em 1986. \u00c9 f\u00e3 de Neil Gaiman, nerd assumido e descobriu o gosto pela escrita ainda no col\u00e9gio, durante as aulas de reda\u00e7\u00e3o. O youtuber \u00e9 o idealizador do Cabine Liter\u00e1ria, e agora fala sobre o universo dos livros no canal que leva seu nome. Tem dois livros publicados: Por que Indiana, Jo\u00e3o? e Coisas inating\u00edveis.<\/span> <b>Agnaldo Nascimento <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">nasceu em Diadema em 1988, atualmente reside em S\u00e3o Paulo. Formado em Jornalismo, estudante de Letras na USP, toca guitarra, canta e comp\u00f5e na banda Versus Mare. Como escritor, participou da Mostra de Artes de Diadema, ficando em 1\u00ba lugar em tr\u00eas edi\u00e7\u00f5es na categoria conto com os trabalhos: \u201cManual de Sobreviv\u00eancia aos Domingos\u201d, \u201cAlexandre\u201d e \u201cDa Verdade e Outras Quedas\u201d. Em 2011 teve seu conto \u201cAmo SP\u201d selecionado e traduzido para o ingl\u00eas e espanhol para o projeto \u201cContemporary Brazilian Short Stories\u201d, site que procura divulgar a nova produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria brasileira pelo mundo. Participou, com trechos do seu romance in\u00e9dito Horses, da colet\u00e2nea Escrevendo com as E-mo\u00e7\u00f5es organizada por M\u00e1rcia Denser que sair\u00e1 em breve pela editora Patu\u00e1. Al\u00e9m de Horses, possui alguns romances e livros de contos ainda in\u00e9ditos, dentre eles A Cabe\u00e7a do Her\u00f3i Mitol\u00f3gico, romance que aborda a tem\u00e1tica gay urbana na cidade de S\u00e3o Paulo. <\/span> \u00a0 <b>24\/11 \u00e0s 14:00, 60\u2019 \u2013 Debate: o fascismo na po\u00e9tica de Pasolini <\/b> <span style=\"font-weight: 400;\">Antes de ser cineasta, Pasolini foi primeiramente reconhecido como um grande poeta e intelectual. Nesta mesa, ser\u00e3o debatidas as representa\u00e7\u00f5es que o mestre italiano fez do fascismo no s\u00e9culo XX e sua repercuss\u00e3o nesses tempos de extremismos.<\/span> <b>Rodrigo Gerace<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 soci\u00f3logo, com mestrado e doutorado em Cinema (UFMG\/ Universidade Nova de Lisboa). Autor do livro \u201cCinema-expl\u00edcito: representa\u00e7\u00f5es cinematogr\u00e1ficas do sexo\u201d (2016), sua tese, publicada pela Editora Perspectiva e Edi\u00e7\u00f5es Sesc. Pesquisador e cr\u00edtico de cinema. \u00c9 Assistente de Cinema do Sesc SP.<\/span> <b>Davi Kinski<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> escreve poesia desde os 15 anos. Formou-se como ator pela Actor School Brazil e em cinema pela Academia Internacional de Cinema. J\u00e1 dirigiu sete curta-metragens, dentre eles Cineminha. \u00c9 autor do livro de poesia, Corpo Partido (Editora Patu\u00e1, 2014) com tradu\u00e7\u00e3o para o franc\u00eas. Em 2011 estreou em seu primeiro mon\u00f3logo \u201cLixo e Purpurina\u201d, baseado em textos de Caio Fernando Abreu, no SESC Pomp\u00e9ia. Produziu executivamente o projeto &#8220;Letras em Cena&#8221; no MASP e tr\u00eas temporadas de Bibi Ferreira em S\u00e3o entre outros projetos. Seu \u00faltimo livro &#8220;Pasolini, do Neorrealismo ao Cinema Poesia&#8221; (Laranja Original, 2016) sobre o poeta e cineasta italiano foi indicado ao pr\u00eamio Jabuti. <\/span> \u00a0 <b>24\/11, \u00e0s 15:30, 90\u2019 \u2013 SARAY, o sarau dos meninos que n\u00e3o precisam de cura<\/b> <span style=\"font-weight: 400;\">Uma significativa mostra de poetas gays olhando para tem\u00e1ticas fora nicho, em uma multiplicidade de po\u00e9ticas e est\u00e9ticas, vozes e lugares de fala dentro da comunidade gay em espec\u00edfico, e suas intersec\u00e7\u00f5es com os temas minorit\u00e1rios e libert\u00e1rios. Com media\u00e7\u00e3o de Davi Kinski.<\/span> <b>Daniel Viana<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 poeta de rua, escritor contista e ator. Graduando em Letras pelo Instituto Singularidades. Criador do projeto Guardanapos Po\u00e9ticos (2012) que une literatura com arte urbana e da [CUBO] \u2013 Biblioteca Port\u00e1til de Micronarrativas Brasileiras. Autor de livros de poesia e contos, entre eles, 100 contos por 10 contos trocados (2013) e Baseado em causos reais (2014).<\/span> <b>Bruno Gavranic<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 ator, dramaturgo, poeta e pesquisador pela FFLCH\/USP. Em 2018 publicou o ebook de poesia &#8220;Uma Borboleta No Caos&#8221;.<\/span> <b>Guilherme Junqueira<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> foi apontado pela revista Veja SP como um dos destaques da nova dramaturgia paulistana, a mat\u00e9ria prima de seu teatro, assim como em seus romances , s\u00e3o personagens marginais em simbiose com a cidade. Sua poesia faz parte do movimento neosimbolista, seu \u00faltimo trabalho publicado \u201cEclipse\u201d foi editado pelos Pivetes da \u00a0editora C\u00f3rrego, atualmente est\u00e1 em vias de publica\u00e7\u00e3o \u201cShadowplay\u201d pela \u201cLeonella\u201d de Adriana Zapparoli.<\/span> <b>Jos\u00e9 Alessandre<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (ou somente Al\u00ea) cria poesia, atua em teatro, canta, edita e revisa textos (especialista em livros did\u00e1ticos de Arte), dubla e escreve roteiros. Assim como nos poemas, espera viver para ver um mundo no qual todas as pessoas sejam respeitadas (qui\u00e7\u00e1 amadas) por serem e viverem aquilo que seus desejos, seus anseios, suas mentes, seus corpos e suas almas quiserem, como e quando o quiserem. T\u00f3picos ut\u00f3picos, mas sempre vale tentar.<\/span> <b>Cesar R. Pontual<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (Bruno C\u00e9sar Martins Rodrigues) n\u00e3o sabe assobiar, l\u00ea compulsivamente ouvindo sil\u00eancio e tem dois cora\u00e7\u00f5es. Seu lema, mesmo que a contragosto, \u00e9 \u201cantes tarde do que cedo\u201d. Publicou Abra (Patu\u00e1, 2017).<\/span> <b>Leandro Rafael Perez<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> cresceu na divisa com Diadema, SP. Formado em Lingu\u00edstica pela USP, n\u00e3o trabalha na \u00e1rea. \u00c9 da altura da Carmen Miranda se ela usasse chap\u00e9u-coco. Possui tr\u00eas livros de poesia publicados pela editora Patu\u00e1, tem um poema na terceira edi\u00e7\u00e3o impressa da Modo de Usar&amp;Co e escreveu uma s\u00e9rie in\u00e9dita para a saudosa revista virtual Geni. Escreve seu primeiro romance, sobre a figura do macho na comunidade gay.<\/span> <b>Lu\u00eds Perdiz<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> publicou os livros Saudade mesti\u00e7a (Patu\u00e1, 2016) e Vis\u00e3o incur\u00e1vel (Ed. Lab, 2018), que integra a cole\u00e7\u00e3o Vozes contempor\u00e2neas, coordenada por Claudio Willer e Vanderley Mendon\u00e7a. Cantor e compositor no grupo Estranhos no Ninho, \u00e9 tamb\u00e9m um dos fundadores e editores do portal de literatura Poesia Primata e da Editora Primata.<\/span> <b>Fabio Weintraub<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 doutor e p\u00f3s-doutor em Letras pela Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). Editor e poeta, publicou, entre outros livros de poemas, &#8220;Sistema de erros&#8221; (S\u00e3o Paulo: Arte Pau-Brasil, 1996), &#8220;Novo endere\u00e7o&#8221; (Juiz de Fora\/ S\u00e3o Paulo: Funalfa\/Nankin, 2002) \u00a0&#8220;Baque&#8221; (S\u00e3o Paulo: Editora 34, 2007), &#8220;Treme ainda&#8221; (S\u00e3o Paulo: Editora 34, 2015) e &#8220;Falso trajeto&#8221; (S\u00e3o Paulo: Patu\u00e1, 2016). Tem poemas publicados em Portugal, em Cuba, no M\u00e9xico e nos Estados Unidos. Atualmente \u00e9 professor colaborador da Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCar).<\/span> <b>Arthur Moura Campos<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 um arteiro que nasceu em Goi\u00e2nia. Desenha poemas e pinta vazios, j\u00e1 produziu v\u00e1rios livretos e p\u00f4steres com seus textos. Lan\u00e7ou em 2017 seu primeiro livro formal: \u201cMeia Ponte\u201d.<\/span> <b>Guilherme Cruz<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> nasceu em Osasco, no ano de 1992. \u00c9 diretor de document\u00e1rios, dentre eles \u201cjogo Truncado\u201d que fala sobre torcidas de futebol LGBTQ+, para o Canal Futura. Escreveu o livro \u201cVaria\u00e7\u00f5es sobre o mesmo tema\u201d, selecionado pelo ProAC-Editais. Atualmente, \u00e9 artista-orientador de literatura pelo Programa Vocacional, no CCJ Ruth Cardoso e Casa de Cultura da Brasil\u00e2ndia . \u00c9 m\u00fasico de rua, videomaker e ativista cultural.<\/span> <b>Rodrigo Vaz<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 psic\u00f3logo, poeta de vertigem e nascen\u00e7a ( deu pra esse erro \u00e0 sesmarias.) \u00a0Al\u00e9m de sertanejo e paraibano. Somada \u00e0s essas verdades, existem meias que ele deixou pelo mundo. Algumas queimaram pelo caminho. S\u00f3 lhe restou a ponta do p\u00e9 em terra \u00a0quente. Como se diz no sert\u00e3o, esse jeito dele \u00e9 \u00e0 moda bandoleiro. Lan\u00e7a em S\u00e3o Paulo no dia 16 de outubro, o livro de contos M\u00e1quina de Escrever. Sua prosa ora se faz no alpendre ao som do bandolim. Ora se v\u00ea \u00e0 convocat\u00f3ria para um arrast\u00e3o. Hoje \u00e9 dia de festa, beb\u00ea!<\/span> <b>Jo\u00e3o Innecco<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (1993) \u00e9 poeta cantador. Membro do Coletivo Transforma\u00e7\u00e3o e dos Poetas do Tiet\u00ea, atua junto do Sarau Asas Abertas nas penitenci\u00e1rias e Funda\u00e7\u00f5es Casa do Estado de S\u00e3o Paulo. \u00c9 editor da Antologia Trans (Invis\u00edveis Produ\u00e7\u00f5es, 2017) e autor das zines-objeto Fuma\u00e7a (2017) e Tinto (2018). \u00c9 tamb\u00e9m publicado na revista Poesia Sem Medo e nas antologias Al\u00e9m da Terra Al\u00e9m do C\u00e9u (Chiado, 2017), Veia e Ventania (Tiet\u00ea, 2017) e Tente Entender o Que Tento Dizer \/ Poesia + hiv-aids (Bazar do Tempo, 2018).<\/span> <b>Amarildo Felix<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> nasceu em Aracaju\/SE, mas desde 2008 vive em S\u00e3o Paulo, terra que aprendeu a amar. Hoje n\u00e3o se imagina vivendo em outro lugar que n\u00e3o a cidade cheia de garoa, gente, sonhos, clima inconstante, g\u00e1s carb\u00f4nico e projetos. Veio para S\u00e3o Paulo estudar teatro e se formou na Escola de Arte Dram\u00e1tica \u2013 EAD\/ECA\/USP, \u00e9 formado ainda em Psicologia pela Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de S\u00e3o Paulo \u2013 PUC\/SP e em Dramaturgia pelo N\u00facleo de Dramaturgia SESI\/BRITISH COUNCIL. <\/span> <b>Alexandre Melo<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 escritor e fot\u00f3grafo amador. Seu primeiro livro \u2018Mar\u00e9 Vazante\u2019 de contos com tem\u00e1tica LGBTQ foi publicado em 2010 e ele prepara um segundo volume para 2017. Participou ativamente como editor e autor na Editora Esc\u00e2ndalo voltada para publica\u00e7\u00f5es LGBTQ tendo relan\u00e7ado seu primeiro livro pela editora al\u00e9m de colaborar em revistas eletr\u00f4nicas como o Reversa Magazine. Al\u00e9m de contos, tamb\u00e9m escreve cr\u00f4nicas, literatura fant\u00e1stica e fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. <\/span> <b>Diogo Luiz Yamanishi<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (1992) \u00e9 poeta e mora em S\u00e3o Paulo. Trabalha com produ\u00e7\u00e3o de cadernos e livros artesanais, realiza tradu\u00e7\u00f5es e \u00e9 professor de ingl\u00eas. \u00c9 autor do livro de poesia nenhum reino (2017, Vindouros) e da zine reino nenhum (2017, Vindouros). Participa de diversos saraus da cena paulistana e integrou a mesa \u201cVisibilidades e visualidades LGBTQI+ na literatura brasileira e as novas fabula\u00e7\u00f5es da figura paterna\u201d na Casa Philos + Estante Virtual durante a FLIP 2018. Atualmente, participa do Curso Livre de Prepara\u00e7\u00e3o do Escritor na Casa das Rosas e tem apostado no formato do v\u00eddeo-poema para trabalhar seus pr\u00f3ximos textos.<\/span> <b>Rafael Jo\u00e3o<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, baiano, psic\u00f3logo, finge que sabe escrever pra suportar a dor que \u00e9 existir em excesso. Fingiu t\u00e3o bem que publicou um livro de poesia, cujo t\u00edtulo \u00e9 &#8220;Pelicano&#8221;, pela Editora Fractal (2018).<\/span> <b>Wanderley Montanholi,<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 um ator, diretor e dramaturgo paranaense. Mudou-se para S\u00e3o Paulo em 2010, iniciando o profissionalizante no INDAC em 2011. Fez cursos paralelos com atores do Teatro de Soleil (O Corpo Po\u00e9tico) e em grupos de S\u00e3o Paulo, como &#8216;Satyros&#8217; e &#8216;N\u00facleo Experimental&#8221;. Participou de produ\u00e7\u00f5es audiovisuais como o curta &#8220;Os Desajustados&#8221; e a S\u00e9rie Musical &#8220;Os Modestos\u201d. Atua e escreve para algumas produ\u00e7\u00f5es, sendo, atualmente, ator, dramaturgo e diretor do Grupo Grito de Teatro.<\/span> <b>Vitor Hugo <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">nasceu em S\u00e3o Sim\u00e3o, interior de S\u00e3o Paulo, descobrindo a poesia na adolesc\u00eancia, quando teve contato com o simbolismo. Mais tarde viria a conhecer a obra de Gullar e, posteriormente, pelos Cadernos, Hilda Hilst, por quem foi arrebatado e dedicou descomedida paix\u00e3o. J\u00e1 foi publicado em antologias po\u00e9tica no Brasil, ganhou alguns concursos liter\u00e1rios e, atualmente, gradua-se em letras pela Universidade Federal de Uberl\u00e2ndia.<\/span> \u00a0 <b>24\/11 \u00e0s 17:00, 60\u2019 \u2013 Mix Literatura e Dram\u00e1tica apresentam \u201cR\u00e9quiem para um rapaz triste\u201d<\/b> <span style=\"font-weight: 400;\">Rodolfo Lima apresenta exclusivamente para o Mix seu espet\u00e1culo solo baseado nas personagens femininas de Caio F, levado para diversas cidades do Brasil nos \u00faltimos 15 anos. Rodolfo mant\u00e9m um blog onde divulga sua pesquisa acad\u00eamica sobre a forma\u00e7\u00e3o de um teatro gay, em que debate novas narrativas para este segmento. \u00a0<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\"> \u00a0<\/span> <b>24\/11 \u00e0s 18:30, 90\u2019 \u2013 Homenagem: 70 anos de Caio F. <\/b> <span style=\"font-weight: 400;\">A primeira edi\u00e7\u00e3o de nosso evento se encerrar\u00e1 com uma homenagem aos 70 anos de um dos maiores \u00edcones LGBT da literatura brasileira, pensando seu legado para os dias de hoje e sua relev\u00e2ncia para o c\u00e2none nacional.<\/span> <b>Italo Moriconi<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 cr\u00edtico e curador liter\u00e1rio, poeta, editor e professor da UERJ. De 2008 a 2015 foi diretor da Editora da UERJ, onde criou a cole\u00e7\u00e3o Ciranda da Poesia. Foi curador do Caf\u00e9 Liter\u00e1rio da Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro entre 2009 e 2013, membro do conselho editorial de diversos peri\u00f3dicos universit\u00e1rios de literatura, no Brasil e no exterior. Autor de Ana Cristina Cesar: o sangue de uma poeta e de Como e por que ler a poesia brasileira do s\u00e9culo XX, tamb\u00e9m organizou um volume de cartas de Caio Fernando Abreu e importantes antologias de literatura e poesia brasileiras, como Os cem melhores contos brasileiros do s\u00e9culo e Os cem melhores poemas brasileiros do s\u00e9culo, al\u00e9m de Destino: poesia.<\/span> <b>Rodolfo Lima<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 ator, diretor de teatro, jornalista e mestre pela Unicamp e pesquisa atualmente a rela\u00e7\u00e3o entre teatro e gays para sua tese de doutorado. Como ator e diretor de teatro trabalha com a literatura nacional e suas possibilidades em cena, e tem no seu curr\u00edculo pe\u00e7as adaptadas da obra de Caio Fernando Abreu, Marcelino Freire, Fabr\u00edcio Carpinejar e Eliane Brum. Seus trabalhos foram apresentados em diversos locais na capital e cidades do estado de S\u00e3o Paulo, al\u00e9m de PR, RS, RN, CE, BA, RJ, PE, GO, MG. <\/span> <b>Celso Curi<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 jornalista, diretor e cr\u00edtico de teatro, ator e produtor. Assinou a hist\u00f3rica Coluna do Meio, no jornal \u00daltima Hora durante o per\u00edodo militar. \u00c9 criador e editor do OFF Guia de Teatro. Diretor Art\u00edstico da Oficina Cultural Oswald de Andrade. Membro da APCA \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Cr\u00edticos de Arte. Membro do Conselho Consultivo da RED Latinoamericana de Promotores Culturales de Latinoam\u00e9rica y El Caribe. Desde 1968 atua na \u00e1rea cultural. Trabalhou no jornal \u00daltima Hora, Editora Abril, Editora Tr\u00eas, TV Cultura (programas Panorama e Metr\u00f3polis) e Abril V\u00eddeo. Na Secretaria de Estado da Cultura do Estado de S\u00e3o Paulo, ocupou os cargos de Diretor da Divis\u00e3o de Casas de Espet\u00e1culo. Recebeu os pr\u00eamios Moli\u00e8re e Mambembe (MINC), pela cria\u00e7\u00e3o e programa\u00e7\u00e3o do Espa\u00e7o OFF.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De 17 a 24 de novembro na Sala de Debates (CCSP) \u00a0 17\/11, \u00e0s 16:00, 90\u2019 \u2013 Estante Virtual e Coletivo Reinaldo Arenas convidam para a roda de conversa: literatura queer e a tradi\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria ocidental Iniciamos a semana com uma roda de conversa aberta a todos, com o objetivo de discutir a rela\u00e7\u00e3o entre &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[36],"tags":[],"class_list":["post-1457","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-uncategorized"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>MIX LITERATURE - 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